Danuza, a que sabe das coisas...
Dia destes lendo um artigo de Danuza Leão na Folha de S. Paulo encontrei aquilo que gostaria de ter dito e nunca disse, por falta absoluta de palavras. Mas, ela me salvou! O artigo tinha o título de "namorar é preciso" e é tudo de bom, para quem pensa como eu e como ela. Sempre me considerei uma apaixonada por tudo o que faço e pela vida em geral. No entanto, não era precisamente "paixão" o que eu queria dizer, era "namoro". A paixão tem uma conotação sexual, de arroubos, de teatralidade... O namoro não. Quem namora tem vontade de agradar soberanamente o seu parceiro, quer estar bem, quer cultivar a beleza, o respeito, quer ficar alegre, mostrar-se em forma... E é isso o que proponho (e a Danuza sacou com maestria) para o nosso dia-a-dia: namorar tudo e todos, estar sempre bem com a vida, sentir arrepios com pequenas coisas, insignificantes, mas importantes. Jogar um charme para cada um que cruzar o caminho, seja ele quem for... Nada de sexo ou sensualidade, apenas namoro!

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